O que é um foro?



Um foro ou fórum de discussão é uma ferramenta para páginas ou sites de Internet com o objetivo de promover debates através de mensagens publicadas abordando um mesmo tópico. Também é chamado de "comunidade".
Todo fórum possui regras próprias. Mas a grande maioria dos fóruns possuem regras em comum, contra spam, brigas, tópicos inúteis, double posting e ressucitar tópicos. Geralmente quando um usuário desrespeita uma dessas regras, é punido com alerta, advertência, suspensão ou banimento. No caso de usuários não cadastrados (mas também pode servir para usuários cadastrados), o bloqueio de IP também pode ser aplicado.

As regras são mantidas, executadas e modificadas pela equipe de moderação, mas os usuários também podem ajudar os moderadores via um sistema de report.

Os moderadores também possuem regras próprias. Quando um moderador desrespeita uma dessas regras, geralmente ele perde seu cargo.



Fatima Motta – Sócia diretora


Doutora em Ciências Sociais e Mestre em Administração na PUC – São Paulo; Graduada em Comunicação Social na USP–ECA e em Administração de Empresas na FMU – Faculdades Metropolitanas Unidas.

Sócia-diretora da F&M Consultores Independentes S/C Ltda.
Responsável pela coordenação de projetos de consultoria em empresas industriais, de varejo e de serviços nas áreas de organização, endomarketing, educação e relações humanas.

Ministrou palestras nacionais e internacionais e participou de ciclos de palestras e debates.

Autora de vários artigos publicados em revistas e jornais.

Atuou como Gestora de Desenvolvimento Humano nas empresas: Eucatex, Cicatrade, Duratex e Mappin Stores.




1) Assista ao seguinte vídeo onde Fátima Motta responde a pergunta "O que fazer se ja nao vejo sentido no meu trabalho?"



- Segundo a Fátima, qual a primeira consequência de continuar trabalhando quando já não vemos sentido no emprego?
- Quando não vemos mais sentido no trabalho, quais as duas alternativas que ela sugere?

2) Amanda Soares ingressou no fórum de F&M Consultores e pediu conselhos para os foristas desse site. 
Leia o post dela:
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Estou cansada e em crise no meu trabalho:

Estou exausta. Estou numa empresa pequena e não aguento mais porque eles jogam tudo em cima de mim. Até mesmo funções de outros departamentos. Sei que errei por ter dado muito de mim e agora eles estão me sugando, mas agora já foi. Tudo eu tenho que resolver... Mas tenho medo de sair de repente porque tenho dívidas.

E se no outro emprego eu não conseguir ficar muito tempo e me ferrar e ficar depois com a cara pra cima??? O que fazer?

Detalhes Adicionais: Sou técnica em química e estou na área atualmente. Será que compensa sair da área e procurar outra, tipo administração que tem muitas mais vagas?
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Leia o texto novamente e escolha a melhor definição para as seguintes palavras (prestar atenção ao contexto):

sugar

1. Fazer movimentos com os lábios e a língua para fazer entrar um líquido na boca.
2. Chupar por um orifício para extrair um suco. = SORVER
3. [Figurado] Extrair; tirar.
4. Extorquir; subtrair.
5. Adoçar com açúcar o chá ou o café
5. Confrontar: sujar.

ferrar-se


1. Pôr ferradura a algo
2. Ficar pior
3. Cravar, fixar.
4. Introduzir violentamente.
5. Ferir com os dentes
6. Fixar-se, agarrar-se
7. Deixar ou ficar em situação difícil ou prejudicial.

ficar com a cara pra cima:

1. tirar uma onda com alguém que não está fazendo nada
2. olhando pro céu sem saber o que fazer, sem fazer nada
3. ficar olhando para as estrelas esperando o tempo passar


3) Ás vezes, tomar uma decisão importante é muito difícil. Participe do foro e dê um conselho a esta garota que não sabe o que fazer com seu trabalho. Não se esqueça de colocar uma expressão de bom desejo no final do texto. Bom trabalho!

 

PEQUENA OFICINA DE ESCRITA E FALA (Tarefa Escrita 2)

Questão cultural – gênero textual:
CARTAZ




  Amazônia
Antes da pátria, eras úmida promessa…
semente primordial
árvore mãe
planta continental
arvoredo, floresta, selva palpitante.
Hoje canto tua vertical beleza
o mogno gigantesco, sua estatura secular
seu colossal diâmetro
canto essa caudalosa geografia
essa multidão de vidas que sustentas
canto o itinerário sazonal da seiva
e essa infinita linfa…
parto de infinitas criaturas.
Canto teu verde planetário
e no teu imenso respirar,
canto o nosso pão de oxigênio…
Canto a ti… Amazônia
bosque inquietante da esperança…
e eis porque denuncio esse machado cruel sobre teu peito…
essa fruta milenar, dia a dia devorada.


Antes da grande nação… já eras tu…
a nação primogênita
filha dos filhos da mata.
A infância da pátria foste tu,
sílaba aborígine, idioma tupi
cerâmica, canoa e tacape
ritual, dança e canção.
Foste tu a raiz, sangue ameríndio
o parto da nacionalidade.
Hoje canto os povos da floresta
e o desencanto dessa memória esquecida.
Falo de sobreviventes
de tribos desgarradas
de aldeias tristes
de sonhos desmatados
de segredos e tradições pirateadas
das águas lavadas na bateia do mercúrio.


Amazônia…. Amazônia…
quem deterá o teu martírio
uma vida tão diversa num adverso viver…
Falo dos teus hectares de sangue
da lâmina cruel, da pira ardente
dessa cartilha de serras, rifles e archotes
dessa morte plural
na diversidade de aves e primatas
roedores, felinos e serpentes.
Falo de uma terra de cepos
de raízes degoladas
de caules retalhados
de castanheiras preservadas… a morrer de solidão.
Falo da linha negra do fogo
e desse cemitério de troncos defumados.


Falo da floresta sitiada
por uma legião de máquinas assassinas
falo de estradas e picadas clandestinas
de súbitas clareiras
desse assalto interminável… lento e invisível.
Falo de grileiros, posseiros, garimpeiros, bandoleiros
e de terras demarcadas sob a mira das pistolas.
Falo de dragas e crateras
das águas manchadas e dos rios estropiados.
Falo da vida degradada pelas pastagens da ambição.


Amazônia… Amazônia…
com que verde vestiremos nosso mapa
acuados pelo apetite voraz das motosserras,
por uma fronteira incinerante que avança insaciável.
Acuados pelo gatilho mercenário da violência
e pelo estigma oficial da impunidade.


Passo a passo e esse avizinhar-se do colapso…
quantos fóruns se abrirão para “resolver” essa tragédia!?
Crimes silenciados na cumplicidade regional dos gabinetes…
gritos sem eco nas vozes da omissão…
acenos sem resposta nos protocolos renegados…
e o poder dos maiorais contra tudo o que respira.




A AMAZÔNIA             

Com cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados, a floresta Amazônica ocupa 60% do território do Brasil, onde abrange os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins. É a maior floresta tropical do planeta e contém 1/5 da água doce nele existente em estado líquido, graças à bacia do rio Amazonas.


Na terra dos paradoxos, convivem 23,55 milhões de habitantes – mais de 12% da população brasileira –, entre 1000 comunidades quilombolas, cerca de 460 mil indígenas de 225 povos diferentes, seringueiros, ribeirinhos, garimpeiros, grileiros, posseiros, mineradores, grandes agricultores, pecuaristas e madeireiros.


Os habitantes originais da floresta Amazônica, os índios, ainda moram lá. Alguns vivem em tribos isoladas, como seus ancestrais. Todavia muitos deles adotaram um meio de vida semelhante ao ocidental. As crianças Kaxinawá, um dos maiores grupos étnicos que vivem atualmente na Amazônia, vestem roupas de algodão e aprendem na escola o idioma português e sua língua, o kaxinawá. Eles conservam seus costumes tradicionais: as meninas gostam de fazer pulseiras e colares de sementes e pedrinhas, assim como artesanato. Os meninos gostam de pescar e caçar com seus pais. Nas florestas, também vivem muitas famílias de agricultores e seringueiros. Os seringueiros vivem da extração da borracha da seringueira, árvore típica da região, que produz o látex (usado para fazer a borracha), por isso, essas famílias moram bem no meio da floresta, porque é lá que estão às referidas árvores. As crianças têm que andar muitos quilômetros para ir à Escola. As casas na Amazônia são construídas de madeira e barro e os telhados são feitos de palha ou zinco. As pessoas dormem em redes. Quando escurece, a única luz é dos lampiões de querosene, pois, na floresta não há luz elétrica. As crianças não veem televisão e nem jogam videogame, mas se divertem, jogando peteca e tomando banho em igarapés (rios). As lendas da Amazônia são heranças dos índios, os primeiros habitantes do Brasil. Algumas se modificaram com a chegada dos portugueses e hoje fazem parte do Folclore brasileiro.




  •      E agora para adentrarmos ainda mais nesse maravilhoso lugar, escutemos a canção de Roberto Carlos enquanto assistimos ao vídeo.






  • Com a informação que já possuímos, vamos acrescentar mais um pouco a nossa cultura, lendo alguns dos tantos mitos e lendas da região




A LENDA DA VITÓRIA-RÉGIA                           


Em uma tribo indígena da Amazônia vivia uma bela índia chamada Naiá. Ela acreditava que a lua escolhia as moças mais bonitas e as transformava em estrelas que brilhariam para sempre no firmamento. A índia Naiá também desejava ser escolhida pela lua para ser transformada em uma estrela.

Todas as noites ela saía de sua oca a fim de ser vista pela lua, mas, para sua tristeza, a lua não a chamava para junto de si.

Naiá já não dormia mais. Passava as noites andando na beira do lago, tentando despertar a atenção da lua.
Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura da lua. A pobre moça, imaginando que a lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e morreu afogada.

A lua, comovida diante do sacrifício da bela jovem, resolveu transformá-la em uma estrela diferente, daquelas que brilham no céu. E ainda resolveu imortalizá-la na terra, transformando-a em uma delicada flor: a VITÓRIA-RÉGIA (estrela das águas).

Curiosamente as flores desta planta só abrem durante a noite. É uma flor de perfume ativo e, suas pétalas, que ao desabrocharem são brancas, tornam-se rosadas quando os primeiros raios do sol aparecem.


A LENDA DA MANDIOCA                                   


Em certa tribo indígena a filha do cacique ficou grávida.

Quando o cacique soube deste fato ficou muito triste, pois sonhava que a sua filha iria se casar com um forte e ilustre guerreiro, no entanto, ela estava esperando um filho de um desconhecido.

À noite, o cacique sonhou que um homem branco aparecia em sua frente e dizia para que ele não ficasse triste, pois sua filha não o enganará, ela continuava sendo pura. A partir desse dia o cacique voltou a ser alegre e a tratar bem sua filha.

Algumas luas se passaram e a índia deu a luz a uma linda menina de pele muito branca e delicada, que recebeu o nome de MANI.

Mani era uma criança muito inteligente e alegre, sendo muito querida por todos os da tribo. Um dia, em uma manhã ensolarada, Mani não acordou cedo como de costume. Sua mãe foi acordá-la e a encontrou morta.

A índia desesperada resolveu enterrá-la dentro da maloca.

Todos os dias a cova de Mani era regada pelas lágrimas saudosas de sua mãe.

Um dia quando a mãe de Mani foi até a cova para regá-la novamente com suas lágrimas, percebeu que uma bela planta havia nascido naquele local. Era uma planta totalmente diferente das demais e desconhecida de todos os índios da floresta. A mãe de Mani começou a cuidar desta plantinha com todo carinho, até que um dia percebeu que a terra à sua volta apresentava rachaduras.

A índia imaginou que sua filha estava voltando à vida e, cheia de esperanças, começou a cavar a terra. Em lugar de sua querida filhinha encontrou raízes muito grossas, brancas como o leite, que vieram a tornar-se o alimento principal de todas as tribos indígenas. Em sua homenagem deram o nome de MANDIOCA, que quer dizer Casa de Mani.


A LENDA DA YARA                             


A lenda da Yara tem sua origem no guerreiro Miryan, filho do cacique Mundurucu Irahuana. Os índios contavam esta lenda com muito interesse para explicar a origem da mãe d’água semelhante a uma sereia européia. A mãe d’água é uma mulher muito bonita e muito atraente, cabelos compridos e loiros, rosto bem arredondado, olhos verdes e pele rosada, possuindo a metade do corpo de mulher, e a outra metade de peixe. A Yara encanta os homens com o seu poder, cantando um canto maravilhoso com a voz harmoniosa e suave. Os habitantes dos rios da Amazônia dizem que no fundo do rio ela possui um belo castelo e esta bela sereia consegue enfeitiçar os homens que vêem a esta bela sereia, a ponto de se atirar nas águas profundas dos rios, para com ela viverem. Conta a lenda que o mais valoroso guerreiro da tribo era Miryan, que ganhara notoriamente no combate aos índios Apupos. Ganhou do seu tio o pajé Ariman, um arco e flecha e um dia o Taxaua Irahuana quis mostrar aos outros filhos o valor do primogênito e mandou-os em sua companhia combater as feras. Por arte do pajé, no lugar das feras surgiram enormes bandos de lajamandis. E foram travados terríveis combates, mas Miryan saiu vitorioso, e os irmãos cheios de inveja tentaram matá-lo enquanto ele dormia. Mesmo ferido na coxa, o guerreiro conseguiu aniquilá-los e, temeroso da vingança, fugiu. O velho cacique ao saber da morte dos filhos jurou matar Miryan. E mandou 400 guerreiros à procura de Miryan, chegando ao local onde Miryan se encontrava, o cercaram em uma espessa moita de Uranas, e, durante muitas noites os 400 guerreiros tentaram inutilmente vencer Miryan. Certa noite, depois de combate exaustivo, o guerreiro conseguiu esquivar-se até chegar onde seu pai dormia e disse-lhe: “Tu me fazes uma guerra injusta, eu matei meus irmãos para não morrer. Mas o velho Tuxaua não convencido com a história de Miryan gritou que o matasse”. Os índios lançaram-se sobre ele, mas ele, esperto, conseguiu escapar, jogou-se na baía do Rio Negro. E, ao cair na água, numerosos peixes grandes e pequenos sustentaram-no na superfície, e a luz do luar irradiou do corpo do guerreiro, que, aos poucos, foi se modificando da cintura para baixo e Miryan passou a ter corpo de mulher. Um belo corpo, de cabelo negro, mas, no lendário do mundo indígena Miryan virou “Iara”, castigado por Tupã que quis se revoltar contra o pai. Uma outra versão desta lenda surgiu em uma noite tropical do rio Amazonas saturado de perfume e mistério, conta a lenda que Tapuio, um índio que vagava no remanso de um igarapé ouviu uma voz que parecia uma mulher, num dado momento a voz silenciou, mas depois ouvia-se a voz novamente e uma cortina da vegetação abriu-se descobrindo uma mulher nua reclinada à beira do igarapé, e de repente, o índio Tapuio sentiu uma vertigem como se fosse cair no abismo, caiu de joelhos esquecendo do mundo e ficou apaixonado pela imagem da feiticeira. Na verdade a feiticeira era Iara, quem fez o índio Tapuio mergulhar nas águas noturnas e nunca mais aparecer. Os que conseguem voltar ao mundo dos vivos... Voltam assombrados falando em castelos encantados, e é preciso que um pajé faça muita reza forte, para tirar do estado de assombração, pois muitos ficam facilmente hipnotizados... A Iara até hoje exerce um grande fascínio e maior encantamento nos homens da região amazônica.

         
Agora sim! Com toda esta informação você deverá fazer de conta que é um corretor de uma agencia de viagens (que promove viagens à Amazônia). Elabore um cartaz que seja atraente e que convide o turista a querer viajar logo.

Para a elaboração do cartaz, você não precisa tanto se deter nas imagens (que são muito importantes), mas o que interessa é o texto e toda a informação que você coloque no mesmo.

Pense nas estruturas trabalhadas para poder organizar seu cartaz e, se precisar de mais dados procure na internet.

Não se esqueça de colocar os dados da agencia e telefones para o contato, como também é importante que você coloque opções de viagens (pacotes turísticos).

 
        Bom trabalho!!!

PEQUENA OFICINA DE ESCRITA E FALA (Tarefa Oral)

Livro: O Bom Ladrão.